quarta-feira, 25 de maio de 2016

Instituto Papai Compartilha - Marcha das Vadias

Instituto Papai compartilha:

Marcha das Vadias Recife - Ano 6


No dia 28 de maio acontecerá a 6ª edição da Marcha das Vadias em Recife. 

O Coletivo Marcha das Vadias que há três anos organiza, junto às parcerias este evento, convida à todas a somarem em mais esse dia de resistência em defesa da autonomia dos corpos afeminados e a não culpabilização das mulheres cis e trans nos casos de violência. 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Lançamento da Campanha Educação com Igualdade


Pelo fim da violência baseada em gênero e sexualidade nas escolas

              O ambiente escolar deve ser um espaço de acolhimento e cuidado, de respeito à diferença e à diversidade. Porém, infelizmente, este é tradicionalmente referido como lugar de reprodução de violência e discriminação, especialmente aquelas baseadas em gênero e/ou sexualidade. Muitos são os relatos de pessoas que procuram na escola um espaço de exercício da cidadania, mas o que encontram são práticas discriminatórias, de intolerância e bullying. Assim, reafirmando princípios de igualdade, liberdade, segurança e com o objetivo de divulgar a “Ley anti-bullying” (Nº 13.185/2015), o Instituto PAPAI, Gema-UFPE, e um conjunto de grupos e organizações que integram a Frente Popular pela Diversidade lançam na terça (17) a Campanha Educação com Igualdade: Pelo fim da violência baseada em gênero e sexualidade nas escolas. A programação envolve atividades que se estendem entre os dias 17 e 18, que acontecerão na Praça da Várzea e na Escola Estadual Cândido Duarte.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Retrocessos não!

"Aprovar esse pedido de impeachment significa escrever na história um episódio de golpe, significa abrir um precedente para que o direito de presunção de inocência seja determinado pela opinião pública e não pela lei. Ameaçam-se, assim, direitos civis resguardados pela Carta Magna e respaldados pelas regras e instituições do Estado Democrático de Direito. A insegurança jurídica é uma das principais mazelas de Estados autoritários, e esse capítulo da História não vamos reviver.
Por isso, em nome das políticas públicas que mudaram o Brasil para melhor, em nome da participação social; e em nome dos direitos humanos, vimos a público dizer: avanços sim, retrocessos não."

Para conferir a nota pública da Abong na íntegra, acesse aqui